• Home
  • Login
  • Home
  • Login
No Result
View All Result
No Result
View All Result
Home Política

Carlos Portinho: PEC da Transição ‘vai comprometer o futuro do país’, afirma senador do PL

Juarez Coelho Por Juarez Coelho
30/11/2022
Carlos Portinho: PEC da Transição ‘vai comprometer o futuro do país’, afirma senador do PL

Em entrevista ao Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, Carlos Portinho criticou a proposta do governo eleito e deu detalhes das articulações no Congresso Nacional para modificar o texto

A equipe de transição do governo eleito conseguiu o número de assinaturas necessárias para iniciar a tramitação da PEC da Transição na Comissão de Constituição Justiça e Cidadania do Senado Federal. O texto inicial já foi assinado por 33 senadores e eram necessárias 27 assinaturas para iniciar o processo na casa. A medida pretende furar o teto de gastos em quase R$ 200 bilhões para cumprir promessas da campanha petista. Para falar sobre as negociações no Congresso Nacional ao redor da PEC, o Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, entrevistou o senador e líder do governo Carlos Portinho (PL), que declarou que o texto vai “comprometer o futuro do país”: “Para a gente chegar ao Auxílio Brasil, a gente precisaria de apenas R$ 52 bilhões fora do teto e não R$ 800 bilhões em quatro anos. O que é convergente é o valor de R$ 600 reais do Auxílio Brasil. Agora, são tantos penduricalhos que levam esses R$ 52 bilhões a R$ 190 bilhões por ano. Esses penduricalhos, eles é que vão gerar inflação e aumento de juros”.

“Os R$ 600 de hoje, com esses penduricalhos aqui, o poder de compra dos R$ 600 não será o mesmo dos R$ 600 que valem hoje, porque a inflação vai corroer o Auxílio Brasil. E se a gente se concentrar no que é convergente, que é que a população mais necessitada receba os R$ 600, já dá para concluir que não é possível enfiar tanto penduricalho e elevar essa conta. Seria de R$ 52 bilhões e poderia, em uma boa vontade, chegar a R$ 60 ou R$70 bilhões, até para dar um fôlego a mais para investimentos e necessidades. Mas, a R$ 198 bilhões por ano, vai comprometer o futuro do país”, criticou.

Para o parlamentar, a equipe de Lula (PT) perdeu tempo para apresentar a proposta e agora tem pouca margem para negociar com o Congresso e conseguir aprovar a PEC a tempo: “Perdeu-se 30 dias de trabalho, que poderiam buscar as convergências. Há convergências. Nós apoiamos o Auxílio Brasil de R$ 600. Isso é uma promessa comum entre os dois candidatos. Como disse recentemente a um líder do PT, que me procurou ontem para começar a conversar, a gente deveria começar nas convergências, porque ganha velocidade nessa tramitação. A grande dificuldade é o tempo (…) perdeu-se muito tempo. É uma tramitação na CCJ ainda, sem a condução de um ministro da Economia. Lembrando que todas as vezes que o Senado foi procurado no governo Bolsonaro coma necessidade de furar o teto, como foi agora em agosto com o Auxílio Brasil e dos caminhoneiros, a equipe econômica veio aqui mostrar os impactos e a projeção de lastro para aquela medida”.

“Como não se sabe ainda quem é o ministro da Economia e como é uma proposta muito mais política do que econômica, embora os seus impactos sejam muito mais econômicos do que políticos, a gente vai ter que ouvir especialistas na CCJ, não tenho a menor dúvida disso. A gente tem aqui mais de sete PECs apresentadas por outros senadores, o que mostra que essa articulação foi toda errada. Se tivéssemos todos construído, talvez já estivéssemos mais próximos de um texto final impalatável. A gente tem aqui propostas de R$ 70 e 80 bilhões, o que me parece muito mais palatável. Não são apenas R$ 190 bilhões, na verdade são R$ 800 bilhões em quatro anos. Se a gente pudesse crer que nunca mais o Governo Federal viria aqui ao Senado pedir para furar teto, seria ótimo. Mas isso é imprevisível em um período de quatro anos”, analisou.

O senador Carlos Portinho argumenta que é necessária uma contrapartida do governo eleito e maiores explicações sobre como o dinheiro será empenhado: “Não se sabe para que programas são esses R$ 105 bilhões que vão ficar aí sobrando no orçamento, não se sabe para onde vão. E não se tem nem ministro e nem política pública desenhada para onde vão. É muito difícil se gastar o dinheiro. É muito bom se ter o orçamento, mas executar é muito difícil (…) Lógico que há necessidades, mas se você vai investir, por exemplo, no Minha Casa Minha Vida, que é um programa importante de habitação mas a gente sabe que demoram anos para ser construído um prédio. Você não precisa de todo recurso no primeiro ano, porque você não vai gastar o recurso no primeiro ano”. Confira a entrevista completa no vídeo abaixo.

Next Post
Vanderly Monteles: Prefeita de Anapurus participa de solenidade do programa “Registro para todos” no TJMA

Vanderly Monteles: Prefeita de Anapurus participa de solenidade do programa "Registro para todos" no TJMA

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Recomendado.

Dudu Diniz recebe Iracema Vale em um jantar com lideranças de São José de Ribamar

Dudu Diniz recebe Iracema Vale em um jantar com lideranças de São José de Ribamar

23/11/2025
Ivo Rezende: Pesquisa aponta 93% de aprovação da gestão do prefeito Ivo em São Mateus-MA.

Ivo Rezende: Pesquisa aponta 93% de aprovação da gestão do prefeito Ivo em São Mateus-MA.

07/06/2023

Trending.

No Content Available

REDE SOCIAL

© 2022 Blog Municípios em Destaque - Direitos autorais reservados | Desenvolvido por: Host Dominus.

No Result
View All Result
  • Home
  • Login

© 2022 Blog Municípios em Destaque - Direitos autorais reservados | Desenvolvido por: Host Dominus.