A crise administrativa da Federação Maranhense de Futebol (FMF), que segue sob intervenção judicial, já começa a impactar diretamente os clubes do estado.
O presidente do Maranhão Atlético Clube (MAC), Carlos Eduardo, afirmou que a equipe vem enfrentando dificuldades para arcar com custos de arbitragem por falta de repasses da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Segundo o dirigente, o sistema funciona da seguinte forma: os clubes pagam a taxa de arbitragem antecipadamente e depois recebem o ressarcimento da CBF. No entanto, desde o início da intervenção na FMF, esses repasses não estariam acontecendo dentro do prazo.
O presidente revelou ainda que o plano inicial era custear a arbitragem da partida contra o ASA com o ressarcimento do jogo anterior, contra o Central. Entretanto, o valor ainda não foi repassado.
Intervenção na FMF
A FMF está sob administração provisória desde decisão da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, que atendeu pedido do Ministério Público do Maranhão (MP-MA).
A ação acusa dirigentes da federação e do Instituto Maranhense de Futebol (IMF) de irregularidades graves, como falta de transparência na gestão, uso indevido de recursos e até possível desvio de finalidade institucional.
O juiz Douglas de Melo Martins determinou o afastamento do então presidente Antônio Américo Lobato Gonçalves e de outros 16 dirigentes, nomeando a advogada Suzan Lucena como interventora.
Recentemente, a CBF tentou mudar a intervenção, mas o pedido foi negado pela Justiça, que manteve a atual gestão provisória.
Segundo o dirigente, o sistema funciona da seguinte forma: os clubes pagam a taxa de arbitragem antecipadamente e depois recebem o ressarcimento da CBF. No entanto, desde o início da intervenção na FMF, esses repasses não estariam acontecendo dentro do prazo.
O presidente revelou ainda que o plano inicial era custear a arbitragem da partida contra o ASA com o ressarcimento do jogo anterior, contra o Central. Entretanto, o valor ainda não foi repassado.
Intervenção na FMF
A FMF está sob administração provisória desde decisão da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, que atendeu pedido do Ministério Público do Maranhão (MP-MA).
A ação acusa dirigentes da federação e do Instituto Maranhense de Futebol (IMF) de irregularidades graves, como falta de transparência na gestão, uso indevido de recursos e até possível desvio de finalidade institucional.
O juiz Douglas de Melo Martins determinou o afastamento do então presidente Antônio Américo Lobato Gonçalves e de outros 16 dirigentes, nomeando a advogada Suzan Lucena como interventora.
Recentemente, a CBF tentou mudar a intervenção, mas o pedido foi negado pela Justiça, que manteve a atual gestão provisória.